16 fevereiro 2010

Essência

Perco-me do começo ao fim de mim mesma,
e em minha mente infecunda
guardo-te para quando encontrar sentido
para essa dor que já nem sei se passa
ou vai comigo o tempo todo...
o tempo vai... tudo passa...
Quanto tempo levo para (re)sentir teu abraço?
Para me (re)confortar em teu corpo?
Me fundir em teu ser etéreo, leve, louco ?!?
Teus olhos refletem meu medo e minha indecisão.
Não sei... é... não...




(em 08/06/09, e agora (re)encontrado)

4 comentários:

Assis Freitas disse...

poema reencontrado e o sentidos plenos. abraço

Impulsiva disse...

Adorei seu blog, seus poemas...me encontrei em suas milongas!!!!

Estou te seguindo...

Abraços,
Kenia Araújo.

Cris Linardi disse...

Ai, Joana...amei!!!! Vc sabe, já tá no meu msn esse poema!!!
Sua fã, sua fã, sua fã!!!
Cris!!!

sopro, vento, ventania disse...

JOana,
Passando pra dizer bom dia pros seus dias e pra esses versos lindos que saem da dor e que enchem de cor a vida de quem lê, pois que sabemos da dor existir muito mais do que tristeza, sabemos da existência da "criação", sem a qual o que seria do mundo?
Um beijo, cara Joana. Muita saúde pra criar e criar.